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FESTAS ESCRITURÍSTICAS

...Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes. Jo 13:17

As Sete Festas bíblicas são ordens sagradas de Yaohushua. Elas não são apenas judaicas; são, antes de mais nada, de YAOHUH UL'HIM, declaradas como estatuto eterno (Lv 23:1-44). Essas festas não são um convite para que a Igreja volte à aliança antiga (antes da cruz), mas para sustentar a mensagem que elas transmitem. 

As Festas têm um significado profético, pois além de apontar para Cristo como o Cordeiro Pascal, elas também falam da ‘parousia’ que é a Segunda Vinda do Criador Yaohu’shua. As Festas Bíblicas foram ordenanças do Criador e por quatro vezes encontramos a declaração de que elas seriam um 'estatuto perpétuo' para Yaoshor’ul (Lv 23).

Cristo cumpriu as quatro festas comemoradas na Primavera, no tempo exato designado para sua celebração, segundo o calendário escriturístico. Isso quer dizer que, uma vez que o ciclo de festas da Primavera foi cumprido por Cristo em sua primeira Vinda, também o ciclo de festas do Outono será cumprido, no futuro, com os eventos relacionados à segunda Vinda de Yaohu’shua. As Sete Festas são:

Primavera

Páscoa (Pessach)

Pães Ázimos (Matzot)

Primícias (Habicurim)

Semanas ou Pentecoste (Shavuot)

Outono

Trombetas (Rosh Hashaná)

Dia da Expiação (Yom Kipur)

Tabernáculos (Sucot)

Como Comemorar:

Trata-se de um Shabbos, ou seja, neste dia devemos estar em orações, contrições e principalmente meditar sobre seus significados... Em nosso mundo temporal, atual, não podemos exigir que o LABOR (trabalho remunerado) sesse, como fazemos no Santo Shabbos... Na Oholyao deve haver (no  culto ou no culto imediatamente antes ou depois da data) uma pregação sobre a Festa e o seu significado para nós, hoje!

01 - SHABBOS [DESCANSO]
Yaohu'shua acaba a obra que fizera e descansa no sétimo dia. Gn 2:2; Ex 31:12-15.

Todo aquele que ama ao MOLKI'UL (Rei) Yaohushua - o CRIADOR, deve guardar o Shabbos, o Dia do UL; deve se alegrar com a chegada do santo dia (Is 58:13, 14), pois ele é um mandamento do YAOHUH UL'HIM (o Criador Eterno) ao transformá-lo em um memorial da criação.

02 - POSQAYAO [PÁSCOA]
Morte do Cordeiro; sangue na verga da porta, saldo do anjo da morte. Ex 12:6-7.
1° mês, 14° dia - Lv 23:5

A doutrina ligada à Pósqayao é a da redenção. Em seu significado histórico, a Pósqayao alude à libertação que o CRIADOR concedeu ao Seu povo de Yaoshor'ul, da escravidão no Egito. O termo Pósqayao vem do  hebraico que significa "passar sobre", referindo-se ao anjo da morte que ao ver o sangue do cordeiro nas portas das casas yaoshorul'itas, dirigia-se a outra, passando sobre ela. Após a cruz, nos traz libertação da escravidão do pecado...

03 - HAMUT [PÃES ASMOS]
Purificação de todo o fermento, simbolo do pecado. 1° mês, 15° dia, durante 7 dias. Lv 23:6-8

Os Dias de Pães Asmos fazem-nos lembrar que, com a ajuda de Yaohushua, nós temos de remover e evitar todos os tipos de pecado — simbolizado pelo fermento — em todas as áreas da nossa vida. Este é um tempo de regozijo, porque temos a ajuda [dEle] que necessitamos. Yaohushua, o Cordeiro de UL'HIM, foi sacrificado para remissão dos nossos pecados, pelo que retirou o fermento de nossas vidas.
I Co 5:6-8.

04 - OMER HESHIT [PRIMÍCIAS] Movimento dos primeiros frutos da colheita - a Ressurreição...

Há um grande significado no nome Festa das Primícias. Pelo seu próprio nome, essa festa indica uma ceifa [sega] ocorrendo antes da colheita que virá posteriormente. Como veremos, esta festa prenuncia a intenção do Criador em fazer primeiro uma pequena ceifa - onde Ele , é a primícia - de pessoas para a salvação, e posteriormente chamar um número muito maior: os 144.000  e a grande multidão...

05 - SHAVUOT [Pentecostes ou Festa das Semanas].
Oferta movida de 2 pães asmos 50 dias após as Primícias. Lv 23:15-21; Cl 2:16.

A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração do fim das colheitas (Ex 23: 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19:1-16) e após a cruz, cumpre-se a volta, em espírito onipresente, do nosso Criador e Redentor, Yaoshuahua - At 2:1-13 cf. Mt 18:20; 28:20 (Jo 14:18).

06 -TERUAR [TROMBETAS]. Toque do shophar - 7° mês, 1° dia. Lv 23:23-25.

É a 5ª festa bíblica instituída pelo CRIADOR. A comemoração deve ocorrer no primeiro dia do mês Tishri, data que marca também o Rosh-Hashanah, o dia do ano novo hebraico. As instruções para celebrar uma festa neste dia, marcada pelos toques das trombetas, shofares em hebraico, está em Levítico 23:23-25. O shofar não é somente tocado nesta festa, ele acompanha todas as festas bíblicas. Além disto, o toque do shofar também anunciará a volta do Messias, Yaohushua hol'Mehuskyah. I Ts 4:16.

07. ROSH HASHANAH, Dia da Expiação [Dia do Perdão]
Yom Hippur - Lv 16:30; 7° mês, 10° dia (Lv 23:26-32).

Yom Kipur é o dia do perdão, que acontece no último dos dez dias de contrição que se inicia no Rosh Hashaná (Ano Novo) e é marcado por jejum, orações, meditação e arrependimento. Da congregação de Yaoshor'ul tomavam-se dois bodes para expiação pelo pecado. Um deles, seria sacrificado e outro seria o bode emissário. A este último competia realizar a parte final do ritual, transportando para fora do arraial, o pecado do povo...

08. SUKKUT I/II
[Cabanas]. 7° mês, 15°dia, por 7 dias; no 8ºdia santa convocação (a Volta do Messias) Lv 23:33-44.

Memorial das tendas no deserto e o desejo do Eterno em habitar conosco! Para nós, a Festa significa a habitação do Messias em nosso meio (II Co 6:16-18). Em Jo 1:14, que diz: "... habitou entre nós", a palavra original não é habitou, mas "tabernaculou". Por isto, Yaohushua não nasceu no dia 25 de dez., mas durante a Festa ... (set/out). Isto é óbvio, se pensarmos que no dia em que Ele nasceu, "apascentadores... guardavam os rebanhos durante as vigílias da noite" (Lc 2:8).

09. CHANUKKAH[Luzes]
- Dedicação do Templo - 

A Festa de Chanuká, que também é chamada de Festa das Luzes, celebra-se durante oito dias. Nela se comemora a vitória militar dos Macabeus sobre o domínio grego (helenístico). Conta a tradição que ao tentarem acender de novo as luzes do candelabro (Menoráh), acharam apenas um pequeno cântaro de óleo sagrado, cujo conteúdo só seria suficiente para um dia. Milagrosamente, a vela permaneceu acesa durante oito dias acontecendo um milagre; havendo tempo suficiente para preparar o novo óleo. Por isso, celebra-se se acendendo um candelabro de Chanuká de nove braços. Há oito chamas no candelabro, e mais uma usada para acender as outras. A este candelabro denominamos Chanuká.

10. PURIM [Sortes]
- Livro de Hadassah - 

A origem da palavra 'Pur' aparenta ser persa. Como escrita na Meguilat Kod'shua [Esther/Hadassah], significa 'sorteio'. Purim é o plural da palavra 'Pur', e portanto significa 'sorteios'. A festa se chama Purim devido aos sorteios promovidos por Haman. A palavra Pur também está relacionada com a palavra hebraica 'porer', que significa desmantelar, quebrar, destruir, quebrar em pedaços. A palavra 'hefir', derivada do verbo 'pur' tem o sentido de cancelamento, quebra de algo permanente, como a violação de uma aliança ou o fim de um casamento,

11. FESTIVAL DA LUA NOVA

No contexto escriturístico, nos deparamos com a expressão “Lua Nova”, …sabemos do que se trata? Nas Escrituras, “Lua Nova” está longe de se referir apenas e somente a uma fase da Lua. Na verdade, não sendo nenhum enigma escriturístico, também não tem um sentido totalmente transparente e óbvio, a menos que façamos uma pequena viagem pelo mundo das Escrituras. Na verdade, “Rosh Codesh” e “Lua Nova” estão relacionados. Literalmente, Rosh Codesh significa “cabeça do mês”, já que a palavra “Rosh” tem a conotação de “primeiro”, ou “cabeça”. O Rosh Codesh ou “cabeça do mês” será, então, o início do mês, o primeiro dia de cada mês; assim como na Criação quando a primeira lua foi a Lua Nova, evidente. Sl 104:19

12.O SÁBADO LUNAR

Essa teoria diz que o Sábado tradicional fixado a cada sétimo dia da semana, do pôr-do-sol da sexta-feira até ao pôr de sol do sábado é uma corrupção do Sábado bíblico “original” baseado no ciclo lunar. Sob esse modelo, o Sábado sempre cairia no 8º, 15º, 22º e 29º de cada mês lunar! Dizem: “No calendário bíblico lunar-solar, cada lunação (ou mês lunar) sempre começa com um dia de Lua Nova, o qual é classificado como dia de adoração. O sétimo dia, Sábado, sempre cai no 8º, 15º, 22º e 29º dia de cada mês lunar. Judaicos, Messiânicos e outros grupos guardam o sábado a cada sétimo dia de acordo com o relato da criação em Gn 1:1-2 (a partir do pôr-do-sol) e 14-18 (o calendário luni-solar), e o quarto mandamento em Ex 20:9-11. 

OS MESES DO CALENDÁRIO JUDAICO

Para começar, por que precisamos de um calendário? Isto é fácil: para lembrar as datas importantes das festividades, saber com antecedência o dia de nosso aniversário e, especialmente, para indicar o dia do bar e bat mitsvá, e ter um sistema para datar correspondências, cheques, contas e muitas outras coisas.

O calendário judaico é mais antigo que o gregoriano; existe há mais de 3300 anos, quando o  Criador mostrou a Mehu'shua a Lua Nova, no mês de Nissan, duas semanas antes da libertação dos filhos de Israel do Egito, no ano 2448 após a Criação do mundo. A partir dessa época, o povo judeu recebeu um calendário especial, diferente dos outros já existentes.

De que modo este calendário se distingue? O calendário judaico é lunissolar, i.e., os meses seguem as fases da Lua, porém leva-se em conta as estações do ano.

O mês lunar compreende o tempo que decorre de um Novilúnio até o próximo, consistindo de 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3,33 segundos. Como é impossível incluir num mês períodos fracionados como meios dias, horas e minutos, calculamos normalmente os meses de 29 e 30 dias, alternadamente. Desta forma resolve-se o problema das 12 horas excedentes que, uma vez são abatidas do mês de 29 dias e outra vez acrescidas no mês de 30 dias.

Mas conforme já verificamos, os períodos lunares abrangem além das 12 horas referidas, também uma fração de cerca de 44 minutos. Surge então a necessidade de resolver este problema adicional. Além disso, seria muito complicado que o dia santificado de Yom Kipur caísse no dia antes ou depois do Shabat; se o Yom Kipur fosse na sexta-feira ou no domingo, teríamos dois dias consecutivos proibindo qualquer tipo de trabalho, inclusive a preparação dos alimentos e, em caso de morte, não haveria enterro por dois dias e de acordo com a Lei Judaica, não poderíamos retardar o funeral.

Para solucionar essas questões, adiciona ou subtrai-se um dia em determinados anos, para Yom Kipur nunca cair numa sexta-feira ou num domingo, e que outras festividades também não caiam em certos dias da semana. Deste modo fica resolvido o problema dos 44 minutos que sobram.

Chamamos sua atenção para o fato de que é possível saber se qualquer um dos meses será completo (com 30 dias) ou incompleto (com 29 dias), observando-se a data de Rosh Chôdesh do mês seguinte. Se houver dois dias de Rosh Chôdesh, significa que o mês que termina é completo; assim sendo o trigésimo dia é sempre o primeiro dia de Rosh Chôdesh do próximo mês. Quando um só dia é Rosh Chôdesh, o mês que acaba tem somente 29 dias.

Quando tudo parece resolvido satisfatória e acertadamente, ainda é preciso da matemática, pois as dúvidas continuam.

Como já mencionamos, o calendário judaico baseia-se nas fases da Lua, diferente do calendário gregoriano que segue a rotação do Sol. Afirmamos também que podemos ter 29 ou 30 dias em cada mês do calendário judaico, mas nunca menos ou mais.

Um ano no calendário judaico tem 354 dias; ou seja, o ano lunar tem onze dias menos do que o ano solar, que tem aproximadamente 365 dias.

Se por acaso nos ocorre perguntar: qual é a importância disto? Aconteceria o seguinte: as festividades, neste caso, caminhariam para trás, cerca de onze dias em cada ano, até que a festa de Pêssach, que deveria ser celebrada na primavera (considerando as estações em Israel), cairia no meio do inverno; e Sucot que é no outono, seria em pleno verão, etc. Porém a Torá nos exige comemorar cada festividade na respectiva estação; por isso não ignoramos o sistema solar que determina as quatro estações do ano e não podemos deixar os onze dias e as frações para trás.

A solução é fazer com que estes se acumulem até inteirar um mês, quando então adicionamos esse mês ao ano lunar. Assim é que nestes referidos anos temos dois meses de Adar: Adar I e Adar II. Este ano é denominado embolísmico.

Até aqui expusemos de um modo simples o mecanismo do calendário judaico, mas ainda há algumas informações suplementares.

O ano do calendário judaico se compõe de 354 dias dividido em doze meses de 29 e 30 dias alternadamente. Tal ano é denominado "regular". Mas como já explicamos acima, em alguns anos deve-se acrescentar ou subtrair um dia de um dos meses. Este dia é adicionado ao mês de Cheshvan (30 no lugar dos costumeiros 29); então o ano é chamado de "completo". Quando o dia é subtraído, é retirado do mês de Kislev (29 dias no lugar do normal 30) e o ano é chamado de "incompleto". Assim, o ano normal de 12 meses poderá ter 353, 354 ou 355 dias, enquanto o ano embolísmico teria 383, 384 ou 385 dias.

O calendário judaico é reorganizado em pequenos ciclos de dezenove anos, cujas datas se coincidem com as do calendário gregoriano. Os anos embolísmicos são formados no terceiro, sexto, oitavo, décimo-primeiro, décimo-quarto, décimo-sétimo e décimo-nono anos desse ciclo.

Há mais de 1600 anos, nossos sábios do Talmud, que não contavam com o auxílio de computadores, calculadoras ou outros aparelhos sofisticados, deixaram por escrito o cálculo das datas do calendário judaico até o ano 6000 da Criação do mundo, que corresponde a 30 de setembro de 2239.

Fonte: TORAH WEB - site judaico messiânico


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