SHEMA YSRAEL, YAOHUSHUA ELOHENU UL, YAOHUH  ECHAD! Dt 6:4.

Escuta Yaoshor'u! Yaohushua é o nosso Criador; o Eterno é um Só!

Reunimo-nos em Casa!

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Tanto por sua origem como pelo uso comum a palavra templo, quando usada literalmente, tem um significado restrito e específico. A idéia de templo é essencialmente a de um lugar destinado especificamente às cerimônias consideradas sagradas, seja o seu caráter sagrado real ou suposto; num sentido mais restrito, os templos são prédios construídos para a realização de cerimônias sagradas e são utilizados exclusivamente para esse fim.

 

Tanto por sua origem como pelo uso comum a palavra templo, quando usada literalmente, tem um significado restrito e específico. A idéia de templo é essencialmente a de um lugar destinado especificamente às cerimônias consideradas sagradas, seja o seu caráter sagrado real ou suposto; num sentido mais restrito, os templos são prédios construídos para a realização de cerimônias sagradas e são utilizados exclusivamente para esse fim.

 

A História dos Templos

Em latim, a palavra Templum era equivalente ao termo hebraico Beith Ul’him, e significava a Casa da Divindade; portanto, como era relacionada à adoração da Deidade, seu significado literal era a Casa do Criador ETERNO.

Em muitas épocas diversas, tanto os adoradores de ídolos como os seguidores do Criador verdadeiro e vivo construíram prédios dedicados inteiramente como santuários ou que continham certas áreas consideradas santuários. Os templos pagãos da antiguidade recebiam o nome de ídolos mitológicos e eram considerados como sendo a morada do ‘deus’ cujo nome levavam. Os pátios externos desses templos eram utilizados para assembléias gerais e cerimônias públicas, mas sempre havia recintos interiores em que somente os sacerdotes consagrados podiam entrar e onde, dizia-se, a divindade manifestava sua presença. Uma prova da exclusividade dos templos antigos, até dos pagãos, é que vemos que o altar pagão [geralmente para sacrifícios] não ficava dentro do templo em si; ficava de frente para a entrada principal. Os templos nunca foram vistos como locais de assembléias para o público em geral, mas como recintos sagrados, consagrados às cerimônias mais solenes de um sistema de adoração específico (seja idólatra ou divino) e eram um símbolo visível e uma imagem tangível desse sistema.

Na antiguidade, o povo de Yaoshor’ul destacou-se entre as nações pela construção de santuários dedicados ao nome do Criador vivo. Esse serviço lhe era exigido especificamente por YAOHUH, a quem o povo professava servir. A história de Yaoshor’ul como nação data do êxodo. Durante os dois séculos de escravidão no Egito, os filhos de Yah’kof transformaram-se em um povo numeroso e forte; contudo, estavam no cativeiro. No momento certo, porém, suas aflições e súplicas chegaram ao CRIADOR, que os conduziu com o braço de Seu poder. Assim que escaparam do ambiente idólatra do Egito, foi-lhes exigido que preparassem um santuário em que Ele manifestaria Sua presença e comunicaria Sua vontade no papel de Rei e CRIADOR a quem eles aceitaram...

O tabernáculo, que fora construído de acordo com o projeto e as especificações recebidas por revelação, era considerado por Yaoshor’ul como sendo sagrado, o santuário de YAOHUH. Era uma estrutura compacta e portátil, como exigiam as necessidades migratórias. Apesar de o tabernáculo não passar de uma tenda, era feito dos melhores materiais, os mais valorizados e caros que o povo possuía. Esse grau de excelência era a oferta da nação ao CRIADOR. Até os mínimos detalhes da construção foram pré-determinados, tanto na parte de projeto como na de materiais; era em todos os aspectos o melhor que o povo tinha a ofertar e UL’HIM (o ETERNO) santificou as dádivas que Lhe eram oferecidas com Sua divina aceitação. Falando do assunto, atentemos para o fato de que não importa se é um homem ou uma nação que faz a oferta, se for feita de coração, com pureza de intenção será excelente aos olhos do Criador, por mais modesto que esse melhor seja quando medido por outros padrões...

A resposta ao pedido de materiais para a construção do tabernáculo foi tão liberal e de tão boa-vontade que as doações excederam o necessário: "Porque tinham material bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava". (Ex 36:7) Emitiu-se uma proclamação quanto ao assunto e impediu-se o povo de levar mais doações. Os artífices e trabalhadores que fizeram o tabernáculo foram designados por revelação direta, ou escolhidos pela autoridade divina designada, por causa de suas habilidades especiais e devoção (que não dispunha de habilidades, eram capacitados divinamente – Ex 35:30-31). Depois de terminado, e considerando-se o lugar em que se encontrava e a situação em que fora criado (no deserto), o tabernáculo tornou-se imponente. A estrutura era de madeira rara, as cortinas internas, de linho fino com desenhos pré-determinados bordados trabalhosamente de azul, púrpura e carmesim; as cortinas do meio as externas eram de peles escolhidas; as partes de metal eram de cobre, prata e ouro.

Fora do tabernáculo, mas no interior de seu pátio, ficava o altar de sacrifícios e a pia. O primeiro recinto do tabernáculo em si era uma sala periférica fechada por um véu, ou o Lugar Santo; depois dele, resguardado da vista por um outro véu, ficava o santuário interno, o Lugar Santíssimo, chamado especificamente de o Santo dos Santos. A entrada ao recinto periférico só era permitida aos sacerdotes, na ordem determinada; quanto ao recinto interior, o "santo dos santos", a entrada só era permitida ao sumo-sacerdote, e somente uma vez por ano seria feita a purificação do santuário, por ele; e isto só depois de um longo processo de purificação que durava 10 dias. (Ver Hb 9:1–7; Lv 16.)

Um dos objetos mais sagrados do tabernáculo era a Arca da Aliança. Ela era uma caixa ou baú feito da melhor madeira disponível, forrada e coberta de ouro puro e provida de quatro argolas de ouro para passarem-se as varas utilizadas para carregá-la nas viagens. A arca continha certos objetos de importância sagrada, a exemplo do vaso com manah, preservado como lembrança da restauração do santo sábado; a esses objetos foram depois acrescentados a vara de Aharon, que florescera, que permaneceria diante da Arca, e as Tábuas da Lei, em pedra, com as inscrições feitas pela mão do próprio Criador. Depois que o tabernáculo era montado no arraial de Yaoshor’ul, a arca era colocada além do véu interno, no Santo dos Santos. Sobre a arca, ficava o propiciatório, coroado por um par de querubins de ouro batido. Desse propiciatório o CRIADOR manifestaria a Sua presença, conforme o prometido antes que a arca ou o tabernáculo existissem: "E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Yaoshor’ul" Ex 25:22.

Aqui não tentaremos descrever pormenorizadamente o tabernáculo, seus objetos ou móveis (tipos do ministério de Yaohu’shua; para nossos objetivos, basta saber que o arraial de Yaoshor’ul tinha um santuário desses, construído de acordo com um plano revelado, que representava o melhor que o povo tinha a dar tanto em materiais como em mão-de-obra; que ele era a oferta de um povo ao seu UL’HIM e que foi plenamente aceito por Ele. (Ver Ex 40:3–38.) Como mostraremos posteriormente, o tabernáculo era um protótipo de um Templo mais estável e magnificente que, no transcurso do tempo o substituiu!

Depois de Yaoshor’ul ter-se estabelecido na terra prometida, após quatro décadas de peregrinação no deserto, o povo do convênio, enfim, tomou posse de sua Canaan e o tabernáculo passou a ter um lugar para ficar em Siloah; e as tribos iam ali para ouvir e saber da palavra e da vontade do Criador. (Ver Js 18:1; 19:51; 21:2; Js 18:31; I Sm 1:3, 24; 4:3–4.) Depois, foi levado para Gideon (ver I Cr 21:29; II Cr 1:3) e, posteriormente, para a Cidade de Da’oud, ou Tzayan (Sião). Ver II Sm 6:12; II Cr 5:2.

Da’oud, o segundo rei de Yaoshor’ul, queria construir uma casa para o CRIADOR e planejou fazê-lo, dizendo que não era admissível que ele, o rei, morasse em um palácio de cedro e o santuário de Criador fosse somente uma tenda. (Ver II Sm 7:2.) O CRIADOR, porém, falou pela boca do profeta Natan e recusou a oferta, deixando claro que para ser aceitável aos Seus olhos, não bastava que a dádiva fosse adequada: era também necessário que quem a ofertava fosse digno. Da’oud, o rei de Yaoshor’ul, que em muitos aspectos era um homem conforme o coração do Criador, pecara e seu pecado não fora perdoado! Estas foram as palavras do rei: "em meu coração propus eu edificar uma casa de repouso para a Arca da Aliança do ETERNO e para o estrado dos pés do nosso Criador, e eu tinha feito o preparo para a edificar. Porém o Criador me disse: Não edificarás casa ao meu Nome, porque és homem de guerra, e derramaste muito sangue". (I Cr 28:2–3; ver também II Sm 7:1–13.) Contudo, a Da’oud foi permitido reunir o material para a casa do CRIADOR, edifício que não seria construído por ele, mas por seu filho, Salomão/Shua’olmoh.

Pouco depois de subir ao trono, Shua’olmoh iniciou o trabalho que herdara como uma honra juntamente com a coroa. Preparou os alicerces no quarto ano de seu reinado e a construção foi terminada em sete anos e meio. A grande riqueza que o rei, seu pai, acumulara e reservara para a construção do templo, possibilitou a Shua’olmoh fazer do mundo então conhecido seu tributário e arregimentar a cooperação de outras nações nessa tarefa grandiosa. Muitos milhares de trabalhadores foram empregados na obra e havia um artífice chefe encarregado de cada setor da obra. Era uma honra trabalhar em qualquer atividade nessa construção e o trabalho passou a ter uma dignidade que não lhe era atribuída anteriormente. A alvenaria transformou-se em profissão e os ofícios que a constituem foram estabelecidos e perduram até hoje. A edificação do Templo de Shua’olmoh marcou época, não só na história de Yaoshor’ul, mas na história do mundo.

De acordo com a cronologia comumente aceita, o templo foi concluído aproximadamente em 1005 a.Y. No que se refere à arquitetura e construção, projeto e custo, é considerado um dos prédios mais notáveis da história. A cerimônia dedicatória durou sete dias: uma semana de alegria santa em Yaoshor’ul. Com a devida cerimônia, o tabernáculo da congregação e a Arca sagrada da Aliança foram levadas para o templo e ela foi colocada no santuário interior: o Santo dos Santos. O CRIADOR manifestou sua aceitação benevolente por meio da nuvem que encheu as câmaras sagradas enquanto os sacerdotes se retiravam: "E os sacerdotes não podiam permanecer em pé, para ministrar, por causa da nuvem; porque a glória do CRIADOR encheu a Casa de UL’HIM". (II Cr 5:14; ver também II Cr 7:1–2; e Ex 40:35.) Dessa forma, o templo superou, substitui e assimilou o tabernáculo, do qual, na verdade, era um magnificente sucessor.

A comparação do projeto do Templo de Shua’olmoh com o do Tabernáculo que o precedeu demonstra que, em todos os elementos essenciais, a disposição e a proporção dos dois era tão semelhante que eram praticamente idênticos. É verdade que o tabernáculo tinha só uma câmara, enquanto o templo era rodeado de átrios, mas a estrutura interna em si, o templo propriamente dito, seguia de perto o projeto anterior. As dimensões do Santo dos Santos, do Santuário e do alpendre do templo eram exatamente o dobro das partes correspondentes do tabernáculo.

A grandiosidade gloriosa desse edifício magnífico durou pouco. Trinta e quatro anos depois da dedicação e apenas cinco anos após a morte de Shua’olmoh, o seu declínio teve início; esse declínio logo transformou-se em espoliação generalizada e, por fim, passou à profanação em si. O rei Shua’olmoh, o grande construtor, fora desencaminhado pelos ardis das mulheres idólatras e os hábitos perversos do rei incentivaram a iniquidade em Yaoshor’ul. A nação deixou de ser unida: havia facções, partidos e seitas; umas adoravam no alto das colinas; outras, sob as árvores verdes, e todas alegavam a superioridade de seu próprio ídolo. O templo logo deixou de ser sagrado. A dádiva perdeu o valor por causa da perfídia de quem a oferecera e YAOHUH retirou a Sua presença protetora desse lugar que deixara de ser sagrado.

Deixou-se que os egípcios, de cujo cativeiro o povo fora libertado, voltassem a oprimir Yaoshor’ul. Sisaque, o rei do Egito, tomou Yah’shua-oleym, a Cidade de Da’oud, onde ficava o templo "e tomou os tesouros da Casa do CRIADOR (...)" I Rs 14:25–26. Os egípcios não levaram toda a mobília, que anteriormente era sagrada; outros levaram parte do que sobrara e as dedicaram aos ídolos. (Ver II Cr 24:7.) Os atos de profanação prosseguiram durante séculos. Duzentos e dezesseis anos depois dos egípcios saquearem o lugar, Acaz, roubou alguns dos tesouros que restavam no templo e enviou parte do ouro e prata que restara como presente a um rei pagão a quem queria agradar. Além disso, retirou o altar e a pia e deixou somente uma casa no lugar onde anteriormente ficava o templo. (Ver II Rs 16:7–9, 17–18; ver também II Cr 28:24–25.) Posteriormente, Nabucodonosor, rei de Bavel, terminou de saquear o templo e levar o pouco que restara de seus tesouros. Depois, ele destruiu o prédio a fogo. (Ver II Cr 36:18–19; II Rs 24:13; 25:9).

Foi assim que cerca de 600 anos antes do nascimento do Redentor, Yaoshor’ul ficou sem templo. O povo dividira-se: havia agora dois reinos (Yaoshor’ul e Yaohu’dah) inimigos um do outro. O povo tornara-se idólatra e totalmente iníquo, e o CRIADOR rejeitara a ele e ao seu santuário. A Casa de Yaoshor’ul (o Reino do Norte), formado aproximadamente por 10 das 12 tribos, fora subjugado pela Assíria por volta de 721 a.Y. [espalhados por entre as nações viriam a ser os “gentios”]; e, cem anos depois, Bavel conquistou o reino de Yaohu’dah. Durante 70 anos, o povo de Yaohu’dah, que passou a ser chamado de judaicos, permaneceu na servidão, exatamente como fora predito. Ver Jr 25:11–12; 29:10.

Então, durante o reinado favorável de Ciro (ver Esdras 1, 2) e de Dario (Ver Esdras 6) os judaicos receberam permissão de voltar a Yah’shua-oleym e voltar a edificar um templo como prescreviam suas crenças. Em homenagem ao diretor da obra, o templo restaurado ficou historicamente conhecido como o Templo de Zerubab’ul. O alicerce foi colocado com uma cerimônia solene e, nessa ocasião, as pessoas mais velhas que sobreviveram e lembravam-se do antigo templo choraram de alegria. Ed 3:12–13. A despeito das formalidades legais, (ver Ed 4:4–24) e outros obstáculos, o trabalho continuou e 20 anos depois de voltarem do cativeiro, os judaicos estavam com o templo pronto para a dedicação. O Templo de Zerubab’ul foi terminado em 515 a.Y., exatamente no terceiro dia do mês de Adar, no sexto ano do reinado de Dario. A cerimônia dedicatória foi realizada em seguida. Ed 6:15–22. É verdade que, no que se refere à riqueza do acabamento e da mobília, esse templo era bem inferior ao Templo de Shua’olmoh, mas era o melhor que o povo podia construir e o CRIADOR aceitou-o como a oferta que simbolizava o amor e devoção de Seus filhos segundo o convênio. O fato de que profetas como Zacarias/Zochar’yah, Ageu/Khag’gai e Malaquias/Malaok’hi ministraram entre as paredes desse templo são prova desta aceitação divina.

Cerca de 16 anos antes do nascimento de Cristo, Herodes I, o rei da Yaohu’dah, começou a reconstrução do Templo de Zerubab’ul, que estava deteriorado e, de modo geral, em ruínas. Ele já estava de pé havia cinco séculos e, sem dúvida, grande parte dele havia sido destruída pelo tempo.

Muitos acontecimentos da vida terrena do Salvador estão ligados ao Templo de Herodes. As escrituras deixam claro que ainda que Se opusesse aos fins vis e comerciais a que o templo havia sido entregue, Cristo reconhecia a santidade dos recintos do templo. O Templo de Herodes era um prédio sagrado; fosse qual fosse o nome que lhe dessem, para Ele, essa era a Casa de UL’HIM. Depois, com o epílogo tristonho da grande tragédia do Calvário, quando, enfim, da cruz alçou-se o agonizante brado "está consumado", o véu do templo rasgou-se e o que antes era o Santo dos Santos ficou descoberto; perdeu-se a utilidade. Mt 27:51. A destruição total do Templo fora predita pelo CRIADOR quando ele ainda vivia segundo a carne (Ver Mt 24:1–2; Mc 13:1–2; Lc 21:6.) No ano 70 d.Y., o Templo foi totalmente destruído pelo fogo quando os Romanos, sob o comando de Tito, tomaram Yah’shua-oleym.

O Templo de Herodes foi o último templo edificado no hemisfério oriental na antiguidade. Desde a destruição desse edifício grandioso, deixaram de existir templos pouco depois da Apostasia e até o conceito de templo, no sentido específico, desapareceu.

Por muitos séculos não se ofereceu nenhum santuário ao CRIADOR; na verdade, parece que não se via a necessidade disso. A igreja apóstata declarou que a comunicação direta com Criador cessara e, em vez da administração divina, um governo auto-constituído reclamou o poder supremo, o papado, em 536 d.Y. Fica claro que, no que se refere à igreja, a voz do CRIADOR fora silenciada, que o povo não estava mais disposto a dar ouvidos às palavras reveladas e que o governo da igreja fora suprimido pelas instituições humanas...

Quando no reinado de Constantino, o cristianismo desvirtuado tornou-se a religião do Estado, a necessidade de um lugar em que Criador Se revelasse, continuou totalmente despercebida ou foi ignorada. É verdade que se construíram muitos edifícios, a maioria caros e grandiosos. Alguns deles foram dedicados a ‘Pedro’ e a ‘Sha’ul’, a ‘Tiago’ e a ‘Yao’khanan’; outros a ‘Madalena e à “virgem”; mas não se construiu um edifício sequer com autoridade nem em homenagem a Yaohu’shua, hol’Mehushkyah (o Messias). Entre a infinidade de capelas e santuários, igrejas e catedrais, não havia lugar algum que o Filho do Homem pudesse chamar de Seu. Decretou-se que o papa, em Roma, era o vigário de Cristo e que, sem receber revelação, tinha autoridade para declarar a vontade do Criador.

Pelo que dissemos, fica claro que o Templo era mais que uma capela ou igreja, mais que uma sinagoga ou catedral: era um edifício erigido para ser a Casa do CRIADOR, consagrada à comunhão mais íntima entre o CRIADOR e o santo sacerdócio, e dedicada às ordenanças mais elevadas e sagradas da era ou dispensação a que determinado templo pertencera. Além disso, para que o templo fosse verdadeiramente sagrado (aceito pelo Criador e por Ele reconhecido como Sua casa), a dádiva - tanto ela como quem a oferecesse – deveriam ser dignos.

 

Onde a Igreja primitiva se reunia?

Vejamos: Sha’ul quando quis perseguir os crentes foi nas casas...

Atos 8:3 - E Sha’ul assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão.

- Sha’ul faz diversas saudações às igrejas nas CASAS:

I Co 16:19 - As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no CRIADOR Áquila e Priscila, com a igreja que está em sua casa.

Cl 4:15 - Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia e a Ninfa e à igreja que está em sua casa.

Rm 16:5 - Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acáia em Cristo. ]

Fl 1:2 - E à nossa amada Áfia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa:

- Kafos estava preso e NA CASA DE MAORO’HEM a igreja orava:

Atos 12:12 - E, considerando ele nisto, foi à casa de Maoro’hem, mãe de Yao’khanan, que tinha por sobrenome Marcus, onde muitos estavam reunidos e oravam.

- Na descida de Yaohu’shua, em ESPÍRITO, no pentecostes, a igreja estava em UMA CASA:

Atos 2:2 - E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.

Atos 5:42 - E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e de anunciar a Yaohu’shua hol’Mehushkyah.

LEMBRANDO que, esse Templo citado em Atos 5:42 acima, é um templo judaico e não cristão (eles, os judaicos, não O aceitaram); nesse templo os não judaicos não podiam entrar, entravam apenas os judaicos...

- O apóstolo Sha’ul quando vai para Cesaréia, vai para a CASA DE FYLYP:

Atos 21:8 - E no dia seguinte, partindo dali Sha’ul, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Fylyp, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele.

Ou seja, AS REUNIÕES DA IGREJA sempre foram, na época dos apóstolos, NAS CASAS, e quando eles iam no templo JUDAICO era para pregar o Cristo para eles, visto que eles não aceitaram o CRIADOR...

Atos 17:24 - O Criador que fez o mundo e tudo que nele há, sendo CRIADOR do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;

 

Quem é a Igreja e ou quem é o Templo do Crisdor?

I Co 3:16-17 - Vocês não se dão conta de que constituem o Templo de UL, e que o RUK’HA-UL’HIM (UL’HIM, em Espírito onipresente), vive em vocês? Se alguém estragar a casa de UL, YAOHUH o destruirá. Porque a habitação de UL é santa; e cada um de vocês é o seu Templo!

Nota de oCaminho: Tanto o Pai, quanto o Filho, em Espírito, habitam em nós – Jo 14:21, 23 (Mt 18:20).

II Co 6:16 - Que aliança poderia estabelecer-se entre o Templo de UL e os ídolos? Porque vocês é o Templo de UL, vivo. Tal como UL disse: Neles habitarei, e andarei no meio deles. Eu serei o seu UL e eles será o Meu povo.

- Já sabemos o que é o Templo; e a IGREJA/KEHILAH?

 

Definição de igreja: Assembléia; pessoas reunidas...

LOGO, não podemos chamar “paredes” de IGREJA; igreja são os nomes dos filhos do Criador, que podem se reunir em qualquer lugar. Os membros formam a Kehilah, o LUGAR NÃO!

O LUGAR não pode ser chamado de igreja, pois igreja é o ajuntamento [nomes arrolados] e não o lugar, amnao!

O CRIADOR quando vier resgatar a IGREJA, virá buscar pessoas e não o lugar onde elas estão ou se reúnem...

 

A vida da Igreja de Casa em Casa

At 20:17-21- Por isso, quando desembarcamos em Mileto, mandou recado aos anciãos da oholyao de Efsiyah, pedindo-lhes para virem ter com ele. Quando chegaram, disse-lhes: Sabem que desde que desembarquei na província da Ásia até agora, tenho realizado humildemente o trabalho de UL, no meio de lágrimas, e grandes perigos, devido às conspirações dos yaohu’dins contra a minha vida. No entanto nunca fugi dizendo-vos tudo o que pudesse ajudar-vos, quer publicamente quer em vossas casas. A minha mensagem para yaohu’dins e gentiles tem sido a mesma: que é preciso deixar o pecado, converter-se a YAOHUH e crerem no nosso Maoro’eh Yaohu'shua hol’Mehushkyah.

- Sha’ul relata, de maneira breve, o que ele fazia naquele lugar. Ele chama os presbíteros e lideres da igreja e fala sobre a importância de pregar o Evangelho de cidade em cidade. Ele era alguém que se empenhava e se dedicava a levar o Evangelho.

O vs 20 descreve uma expressão de Sha’ul muito interessante. “pelas casas”. Ao falar do livro de Atos, pretendemos que o coração de todos se abram. Como a Igreja de Atos vivia, no seu dia-a-dia, e como se comportava diante das situações diárias é mesma forma de viver que queremos que todos entendam e pratiquem.

Esta Igreja, segundo capitulo 2 do livro de Atos se reunia de Casa em Casa. 120 pessoas receberam [dons] do Santo Espírito quando estavam em uma casa; não em alguma sinagoga ou outro local que seja!

Atos 8:3 diz que Sha’ul perseguia a Igreja, entrando nas casas...

Atos 9:11 – Sha’ul estava na casa de Yau’dah, orando ao Criador. Da mesma forma, na sua casa, Ananias é levado pelo CRIADOR a orar pela vida de Sha’ul.

- Atos capítulo 11 relata sobre a ida de Kafos à casa de Cornélio.

- Atos 12:12 – novamente nas casas aconteciam reuniões de oração.

- Atos 16:15 – Sha’ul é convencido a ir até a casa de Lídia e sua família.

- Atos 16:34 – a casa e família do carcereiro são visitados pelo CRIADOR.

Ao longo do livro de Atos e de outros livros do Novo Testamento encontramos a Kehilah, nas casas das pessoas.

Leia: Rm 16:5; I Co 16:19; Cl 4:15; Fl 4:22

Houve um momento na História que foi proibido as reuniões dos cristãos em locais específicos. As pessoas deixaram as casas... Passaram a se reunir em locais clandestinos e, após o termino das perseguições com a pretensa conversão de Constantino, reuniram-se em basílicas e ou igrejas. Toda construção apontava para o leste, segundo uma ordem de Constantino que adorava o Sol, inclusive a cátedra, lugar onde se assentava o líder religioso, era iluminado pelo sol, como sinal de iluminação e autoridade. A partir daí, igrejas e templos de estrutura complexa começaram a ser construídos. Helena (santa, para a ICAR), mãe de Constantino foi a pessoa que deturpou o principio da igreja reunida de Casa em Casa!

Ela começou erguer monumentos e mais tarde templos magníficos nos lugares onde morriam cristãos martirizados. Cada local, de acordo com sua capacidade financeira e de acordo com os sofrimentos de casa mártir, tinham seus templos com um nível de riqueza e luxo.

Tudo aconteceu assim até o tempo em que Helena disse ao filho sobre a necessidade da construção de templos também em Yah’shua-oleym. Em 300 d.Y perdeu-se o princípio da igreja simples e funcional, reunida de Casa em Casa, para os grandes monumentos e imagens para adoração, em sinal de tributo.

Estamos vivendo um tempo diferente e específico. Yaohu’shua vem buscar aquilo que Ele fundou (Mt 16:18 cf. At 20:28). Ele não vem buscar estruturas, mas a Igreja que Ele mesmo formou, com o Seu sangue derramado na cruz.

Fylyp era apóstolo? Não, apenas um evangelista. Ao falar com o oficial da rainha (não um eunuco como aparece nas paganizadas do tipo “almeidas” – veja, um ‘eunuco’ indo ao Templo?), ele explicava tudo o que ele lia e não entendia. Sabe quanto tempo levou da conversão ao batismo do oficial? Foi imediato... Ele chamou algum apóstolo, como Kafos? Não! Fylyp mesmo fez tudo o que foi preciso. Atualmente temos vários requisitos a serem preenchidos para sermos batizados; inclusive a necessidade – extra bíblica – de que o oficiante seja “ordenado”!

Dizemos que a Igreja de Atos era radicalmente oposta às igrejas de hoje. Pois bem o oficial da rainha, não precisou preencher formulários e mais formulários. A igreja de Atos, de Casa em Casa, não tinha complicação. A vida da Igreja está na simplicidade da sua casa, da sua célula [oholyao/congregação] e nas pequenas reuniões.

O segredo do crescimento está nestas reuniões que antes de mais nada, são evangelísticas! Na sua oração e ministração; o Criador sempre presente (Mt 18:20). O que o diabo tentou fazer com a “igreja” foi regulamentar, colocar regras e ensinar que teremso que ir ao Pai, mediante um “padre” ou mesmo um “pastor”. Diz: iremos reunir aqui, neste endereço, sempre que for possível... Mas a vida da igreja, o que dá sustentação, está na sua célula, no seu reunir semanalmente, nas casas! Apenas assim conquistaremos mais e mais vidas e frutificaremos cada vez mais.

 

Igreja em Casa – O que é?

O que é uma igreja em casa? Estamos habituados a imaginar a igreja como um edifício, mas como é que a Bíblia descreve a igreja? É interessante que a Bíblia nunca use a palavra “igreja” para descrever um edifício; antes, retrata-nos a igreja como uma família. Tal como numa família, há mães espirituais, pais, irmãs e irmãos em Cristo. A igreja é chamada de a “Casa do Criador” (I Tm 3:15). Compartilhavam refeições (At 2:46; I Co 11:20-21). Viviam juntos (At 2:44-46) e, tal como uma família, cuidavam uns dos outros e amavam-se ardentemente (I Pd 1:22). Não é, portanto, surpreendente que as igrejas do Novo Testamento se reunissem tipicamente nas Casas dos crentes...

Reveja a seguir alguns exemplos bíblicos de congregações do Novo Testamento que se reuniam em casa:

A Casa de Lídia - At 16:40.

Um Cenáculo - At 20:8.

A casa de Priscila e Áquila - Rm 16:3-5, I Co 16:19.

A casa de Ninfa em Laodiceia - Cl 4:15.

A casa de Arquipo – Fl 2.

Hoje, muitos consideram as igrejas em Casa, um novo fenômeno; quando, na realidade, as igrejas em Casa existem desde o dia de Pentecostes (At 2:42-47). Muitas igrejas cresceram a partir de pequenas reuniões de grupo, nas casas de crentes. Na China, por exemplo, a igreja em casa é um dos instrumentos que o Criador usou para multiplicar o número de discípulos chineses de umas poucas centenas na década de 1930 para, estima-se, mais de 80 milhões de crentes atualmente...

 

Igreja em Casa – Imensas Vantagens

Há muitas boas razões para se considerar começar uma igreja em casa:

- É um modelo bíblico.

- É orientada pela família; pais e filhos participam da forma mais adequada.

- As pessoas conseguem se conhecer mais facilmente num grupo pequeno.

- Grupos menores são mais propícios à prestação de contas uns para com os outros.

- Todos participam e servem, crescendo juntos ao usar os seus dons espirituais.

- Não são necessários líderes muito qualificados.

- Não são necessários programas caros e que tomam muito tempo.

- As igrejas em casa orientam as suas finanças – provenientes de ofertas, não de dízimos (algo que se tornou antibíblico cf. II Co 9:7) - para o evangelismo, serviço comunitário, ou para suprir as necessidades de um membro, em vez de comprar edifícios dispendiosos.

- São discretas e, por isso, aguentam mais facilmente a opressão e a perseguição.

O que é que as pessoas fazem em igrejas em Casa? At 2:42-47 esboça o que deve acontecer numa igreja em casa. Os crentes dedicam-se a…

- Ensino apostólico: ler, estudar e debater a Palavra do Criador.

- Comunhão: passar tempo uns com os outros, desfrutar da companhia uns dos outros e encorajar-se mutuamente.

- Partir o pão: compartilhar refeições e participar do culto sabático (entrada do santo sábado, no por do sol da sexta feira).

- Oração: orar pelas necessidades uns dos outros e pelo progresso do Reino do Criador.

- Estar juntos: passar tempo juntos e viver em harmonia uns com os outros.

- Dar: para suprir as necessidades entre si e para intervenção comunitária.

- Adoração: louvar e glorificar ao ETERNO YAOHUH UL’HIM e ao Seu Filho, o nosso Criador [UL] e Redentor [Mehushkyah], com palavras e músicas.

Nota de oCaminho: Mesmo agindo de forma local (congregacional), independente, estas devem estar atentas às necessidades de uma liderança central de onde provem as doutrinas em comum e objetivos amplos de evangelismo; isto é, de uma Oholyao Sede – Rm 15:26-27.

 

Igreja em Casa – Uma Forma de Alcançar uma Nova Geração?

Estamos dizendo que igrejas em Casa é a única forma legítima de “fazer” uma igreja? Não, mas é um modelo bíblico de igrejas “verdadeiras”, que apresentam muitas vantagens. Assim como existem muitos sabores de sorvete, assim também as igrejas têm muitos sabores diferentes. A igreja em Casa pode não cativar toda as pessoas, mas podem ser uma ótima alternativa para alcançar e fazer discípulos de novas gerações que não estão familiarizadas com ou não se sentem à vontade no cenário de uma igreja tradicional devido às exigências (doutrinas de homens) que uma igreja “tradicional (denominacional) tem... Ela – a Igreja nas Casas - certamente é a célula de futuras congregações [oholyao]; e, com o decorrer do tempo, certamente um prédio (alugado ou próprio) poderá ser necessário devido ao número de membros. Alem disto, um culto sabático e reuniões das células [GEL – Grupos de estudos Leigos] para culto e ou participar da Escola Sabática, imersões, casamentos e principalmente da Ceia anual (posqayao), sempre serão necessárias...

 

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