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ESN de ESTUDOS [para o Rosh*]

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LANÇAMENTO ESTIMADO PARA JULHO/2019

* Líder Congregacional

 

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NUMA LINGUAGEM ATUAL, A ESN - Escrituras Sagradas segundo o Nome - É A VERSÃO DE ESTUDOS DA TRADICIONAL ESN [PADRÃO]. VISANDO, PRINCIPALMENTE AO CRESCIMENTO ESPIRITUAL DO ROSH [LÍDER CONGREGACIONAL] ELA PODE E DEVE SER USADA POR AQUELES QUE QUEREM APRENDER MAIS E ASSIM, LIVRAR-SE DE ERROS DOUTRINAIS PRESENTES NAS MAIS DIVERSAS DENOMINAÇÕES; TODAS CONCORRENTES À KEHILÁH QUE O PRÓPRIO YAOHUSHUA hol'MEHUSKYAH FUNDOU - MT 16:18. NESTA VERSÃO, TODOS OS NOMES - PRINCIPAIS - ESTÃO NA FORMA ORDINÁRIA JUNTAMENTE COM O HEBRAICO ARCAICO [TRANSLITERADO], ENQUANTO QUE OS MENOS USUAIS, APENAS EM SUA FORMA TRANSLITERADA ...

EXEMPLO: Samuel/Shamu'ul

Jerusalém/Yah'shua-oléyn

NAS NOTAS DE RODAPÉ [+ de 10.000: VEJA o Ex. ABAIXO] TEMOS  A OPORTUNIDADE DE NOS APROFUNDAR NOS ESTUDOS E ASSIM, DESCOBRIR A SÃ DOUTRINA!

 

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UMA PEQUENA AMOSTRA...

Bereshiyt 1

O Começo

1-2Quando[1] o CRIADOR[2]  começou a criar[3] o firmamento e a terra, esta era de início um caos e como uma massa amorfa, com o RÚKHA-UL’HIM [YAOHUH UL’HIM, em espírito onipresente] planando sobre os vapores[4] que enchiam as trevas.

3-4Então o CRIADOR disse[5] : Haja luz. E a luz apareceu. UL’HIM[6] ficou satisfeito e demarcou o aparecimento da luz em relação à escuridão. 5Ao tempo durante o qual a luz brilhou chamou-lhe dia, e à escuridão noite[7]. Essa sequência formou o primeiro dia.

6E o CRIADOR disse: Que os vapores se separem, deixando que haja uma atmosfera acima da terra, e águas na sua superfície. 7-8Foi assim que o CRIADOR formou o firmamento[8] e que separou as águas que estão na terra das que se encontram na atmosfera. Tudo isto aconteceu no segundo dia.

9-10E disse mais: Que as águas à superfície da terra se juntem, formando mares e oceanos, deixando aparecer a parte seca. E assim foi. A essa parte seca emergindo de entre as águas chamou-lhe terra, e às águas mar. E UL’HIM ficou satisfeito.

11-12Disse o CRIADOR: Que a terra produza[9] toda a espécie de vegetação: plantas que dê sementes, árvores que produzam frutos, frutos que contenham em si mesmos as sementes de acordo com a espécie donde vêm. E assim foi. UL viu que tudo isso era bom. 13Estas coisas deram-se ao terceiro dia.

14o CRIADOR disse ainda: Que no firmamento haja fontes de luz[10] que iluminem a terra e demarquem o dia e a noite. Servirão também para estabelecer a sucessão das estações, e a sequência dos dias e dos anos[11]. 15-18E assim aconteceram. o CRIADOR fez, pois duas grandes fontes de luz para iluminarem a terra; a fonte maior, para dirigir o dia, e a fonte menor, para brilhar durante a noite. o CRIADOR fez também os outros corpos celestes. Foi assim que fixou essas fontes de luz no firmamento para iluminarem a terra, para determinarem os dias e as noites, para separarem a luz das trevas. E UL’HIM ficou satisfeito. 19Isto deu-se no quarto dia.

 20E disse mais: Que as águas se encham de peixes e de várias espécies de vida. Que os shuã-olmayao (céus) também sejam atravessados por aves de toda a categoria. 21Foi assim que o CRIADOR criou os grandes animais marinhos[12], e toda a qualidade de vida aquática, tal como toda a sorte de pássaros, os quais se haviam de reproduzir sempre segundo as suas espécies. E UL’HIM viu que isso estava bem. 22E abençoou-os: Multipliquem-se e encham os mares e as águas. E para os pássaros e animais alados: Que o vosso número aumente multiplicadamente: encham a terra! 23E aconteceu isto no quinto dia.

24-25o CRIADOR disse: Que na terra apareça toda a qualidade de vida animal quadrúpedes, rastejantes, animais selvagens de toda a sorte, reproduzindo-se de acordo com os seus tipos. E assim aconteceu. o CRIADOR fez toda a qualidade de animais sobre a terra[13]; cada um segundo a sua espécie diferente. E ficou satisfeito com tudo quanto tinha feito.

26Disse mais UL’HIM: Façamos o homem, um ser semelhante a nós, e que domine sobre todas as formas, de vida na terra, nos ares e nas águas.

27o CRIADOR criou então o homem semelhante ao seu UL’HIM; assim o CRIADOR criou o homem.[14] Homem e mulher[15] - foi assim que os fez. 28-31o CRIADOR os abençoou, e disse-lhes: Multipliquem-se, encham a terra, dominem-na e também toda a vida animal da terra, dos mares e dos ares; dou-vos toda a vida vegetal, toda a espécie de frutos para alimento[16]. A todos os animais dou igualmente como alimento a vida vegetal. E foi assim que aconteceu. UL’HIM viu que tudo quanto tinha sido feito era excelente. Assim passou o sexto dia[17].

 

Bereshiyt 2

1Desta forma terminou a criação do firmamento, da terra e tudo que nela há. 2-3E no sétimo dia[18], sendo que a obra estava terminada, o CRIADOR declarou que esse dia seria saNto [Kod’shua] e ABENÇOADO [Baruch’et] [19], pois que foi quando cessou Sua obra de criação, descansando[20]!

Adan e Khav’yah

4Aqui está um resumo da criação dos shuam-olmayao e da terra[21], quando YAOHUH UL’HIM[22] ordenou que se fizesse. 5-6Ainda não havia vegetação, nem semente que desabrochasse da terra porque o CRIADOR ainda não mandara chuva, nem tão pouco havia seres humanos que cultivassem a terra. Contudo havia um vapor de água que subia da terra e irrigava o solo. 7Então o CRIADOR formou[23] o corpo do homem com o pó da terra e insuflou nele um sopro de vida; e o homem tornou-se uma alma vivente[24]. 8Plantou também o CRIADOR um jardim, no Éden, para os lados do oriente; e nesse jardim pôs o homem que tinha criado. 9Fez assim brotar daquela terra toda a espécie de belas árvores que davam belíssimos frutos. No centro do jardim estava a árvore da vida[25], assim como também a árvore da consciência, que dá a conhecer o bem e o mal. 10-14Havia ali um rio que nascia no Éden e que atravessava o jardim para regá-lo, separando-se depois em quatro braços. Um destes era o Pisom, que atravessa toda a terra de Havila. Nessa região há ouro de fina qualidade, assim como pedras preciosas, tais como bdélio e a pedra de ônix. O segundo braço do rio é chamado o Gião, que percorre a terra da Etiópia. O terceiro é o Tigre, que corre para oriente da cidade Asher. O quarto é o Eufrates. 15-17o CRIADOR pôs o homem no jardim do Éden para que o guardasse, o cultivasse e cuidasse dele. E deu-lhe o seguinte aviso: Podes comer de toda a árvore que está no jardim exceto da árvore da consciência[26]; porque o seu fruto é o do conhecimento do bem e do mal. Se comeres[27] desse fruto ficas condenado a morrer[28]. 18o CRIADOR achou que não era bom que o homem vivesse sozinho, e decidiu arranjar-lhe uma companheira que vivesse com ele.

19-22O CRIADOR modelara, também com a terra[29], toda a espécie de animais e de aves, e trouxe-os ao homem para ver como é que os chamaria. E pelo nome[30] que lhes deu, assim ficaram a ser chamados. Contudo para si próprio o homem não encontrou uma companheira que lhe conviesse. Então o CRIADOR fez o homem cair num profundo sono, tomou-lhe uma costela de um dos lados e tornou a fechar a carne nesse lugar. Dessa costela fez uma mulher e trouxe-a ao homem.

23Esta sim, exclamou Adan. Esta é parte dos meus ossos e da minha carne. O seu nome será mulher[31] . Foi tirada do homem! 24Isto explica a razão pela qual um homem deixa o seu pai e a sua mãe e se junta à sua mulher, de tal forma que os dois se tornam um só. 25Ora acontecia que ambos, o homem e a mulher, estavam nus[32] - não tinham roupas; mas, nenhum deles se sentia envergonhado com isso.

 

Bereshiyt 3

A queda do homem

1Saraph[33] era a mais ardilosa[34] de todas as criaturas que o CRIADOR tinha feito. Então se aproximou e disse à mulher: É verdade que o CRIADOR disse que não deviam comer de nenhuma das árvores do jardim? 2-3Não. Nós podemos comer a fruta de todas as árvores do jardim. Só da árvore que está no meio é que não devemos comer. Dessa é que o CRIADOR disse que não devíamos comer e nem sequer tocar-lhe, senão morreríamos. 4-5Não morrem nada, retorquiu-lhe a serpente. O CRIADOR sabe muito bem que no mesmo momento em que comerem esse fruto os vossos olhos se hão de abrir, e serão capazes de distinguir o bem do mal! 6-7A mulher convenceu-se. Reparando na beleza daquela fruta, fresca e apetecível, que ainda por cima lhe daria entendimento, chegou-se e começou a comê-la. Depois ofereceu ao marido que também comeu. Enquanto comiam, começaram a dar-se conta de que estavam nus, e não se sentiam à vontade. Foram então arrancar folhas de figueira que coseram para se cobrirem[35] à volta da cintura. 8-9Ao cair a tarde daquele dia ouviram UL passando através do jardim. Então se esconderam por entre o arvoredo. UL chamou por Adan: Onde estás?[36] 10Ouvi-te passando pelo jardim, respondeu Adan, e não quis que me visses nu. Então me escondi. 11 – Mas, quem te mostrou que estavas nu? Comeste do fruto daquela árvore sobre a qual te avisei? 12Sim admitiu Adan. – Mas, foi a mulher que me deste[37] por companheira que me trouxe um pedaço para provar, e eu comi. 13o CRIADOR perguntou à mulher: Porque é que fizeste isso? Foi a serpente que me enganou.

14-15o CRIADOR dirigiu-se, pois à serpente: Este é o teu castigo[38]: de entre todos os animais, serás o único que é amaldiçoado. Terás de rastejar no pó da terra e comê-lo toda a tua vida. De agora em diante tu e a mulher serão inimigas, assim como os descendentes de ambas. O descendente da mulher te esmagará a cabeça, enquanto que tu lhe ferirás o calcanhar.

16E à mulher disse: Terás de ter filhos com custo e dor. Desejarás muito a afeição do teu marido, e este terá predomínio sobre ti. 17-19E para Adan: Porque destes ouvidos à tua mulher e comeste o fruto de que te avisei que não tocasses, o solo da terra será maldito por tua causa. Terás de lutar a vida inteira para tirares da terra a tua subsistência. Dar-te-á muitos espinhos e cardos, mas, tu comerás das suas verduras. Terás de suar muito durante a vida toda para teres o sustento, até que morras e voltes para a terra, donde, aliás, foste tirado. Porque fundamentalmente és terra e para a terra voltarás. 20Portanto Khav’yah foi o nome que Adan chamou à sua mulher, porque, disse ele, se tornará a mãe de toda a humanidade. 21o CRIADOR vestiu Adan e Khav’yah com peles de animais[39].

22E disse então o CRIADOR: 23-24Agora que o homem adquiriu a mesma capacidade que nós, de conhecer o bem e o mal, é preciso que não venha a tomar também o fruto da árvore da vida e viva[40] eternamente. Por isso o baniu do jardim do Éden, e o mandou cultivar a terra, a própria terra donde tinha sido tirado. E depois de tê-lo tirado dali, pôs querubins[41] a oriente do jardim, os quais com uma espada chamejante guardavam o caminho de acesso à árvore da vida[42]...

 


[1] QUANDO – O relato da criação (1.1—2.3) é um todo bem estruturado. Os primeiros e os últimos versos formam uma espécie de moldura geral. Ao cabeçalho (1.1) corresponde ao atestado de conclusão (2.1). Gn 1.2 mostra as condições iniciais da criação, tendo seu correspondente em 2.2-3, onde o CRIADOR descansa depois de a mesma ser concluída. Dentro desta moldura vem o relato da criação em seis dias, dividido em duas partes. Na primeira parte (1.3-10), o CRIADOR cria as estruturas fundamentais do nosso mundo: o tempo (1.3-5) e o espaço (1.6-10); o espaço, por sua vez, é delimitado tanto verticalmente (1.6-8) como horizontalmente (1.9-10). Na segunda parte (1.11-31), o CRIADOR cria, dentro deste mundo assim estruturado, os seres vivos e as condições para a sua sobrevivência. Primeiro são criadas as plantas (1.11-13). Depois, o sol e a lua como marcadores do dia e da noite [o tempo] e, assim, responsáveis pela manutenção da vida e respiração de todo o planeta, através da renovação do ar e do calor que possibilitam a vida (1.14-19). Em terceiro lugar, são criados os animais (1.20-25) e finalmente os seres humanos (1.26-28). Acrescentam-se ainda providências quanto à reserva alimentar do planeta (1.29-30) e um parecer final registrando a satisfação do próprio ETERNO com a obra realizado por Seu Filho (1.31).

[2] CRIADOR – Em toda Tanak [VT], os hebraicos não distinguem o Criador [UL]. Para eles, TUDO é YHWH! Porém, segundo as revelações de João/Yao'khanan, no NT [a Aliança Renovada em Yaohushua], por deferência do PAI, o Filho é o CRIADOR – Jo 1.1-3, 14; Hb 1.1. Ao ler o VT, tenha sempre por base Jo1.18 – Ninguém jamais viu ao Pai!

[3] Criou/criando - Hebr. bará. No AT, este verbo tem unicamente o CRIADOR como sujeito, e se refere sempre a uma ação divina que produz um resultado novo e imprevisível (Is 48.6-7; Jr 31.22). É usado para designar a criação do mundo e da humanidade (Gn 1.27; 5.1; Dt 4.32; Is 45.12), a formação do povo de Yaoshor’ul/Yaoshor’ul (Is 43.1,15), a restauração de Jerusalém/Yah’shua-oleym (Is 65.18), a renovação interior do pecador arrependido e perdoado (Sl 51.10) e a recriação, no fim dos tempos, de um novo céu e uma nova terra (Is 65.17; 66.22).

[4] VENTO/VAPORESa palavra hebraica [rúkha] sempre foi traduzida como vento, sopro, fôlego ou essência! No NT, sobre as influencias do paganismo, adotou-se rúkha, numa referência à uma “personalidade” distinta! Além disso, a expressão atribuída ao ETERNO é, às vezes, utilizada no AT como complemento para expressar um superlativo (cf. Gn 23.6; 1Sm 14.15; Jó 1.16). Por isso, alguns intérpretes consideram que a parte final deste v. significa um forte vento ia e vinha por sobre as águas. Ver Gn 13.10.

[5] Disse [o CRIADOR] – Esta frase, corroborada pela frase complementar e assim se fez (cf. vs. 7,9,11, etc.), enfatiza o poder criador do VERBO [a Palavra]. A ordem divina se cumpre de forma imediata, e o efeito produzido coincide com o pensamento e a vontade do próprio ETERNO (cf. Sl 33.6-9; 148.5; Is 48.13; 55.10-11; Hb 11.3).

[6] UL’HIM – Um superlativo de UL/CRIADOR; geralmente aplicado ao ETERNO. Nas Escrituras cristãs [paganizadas] foi adulterado para EL ou ELOHIM e posteriormente para SENHOR (em maiúsculas), numa clara referencia a BEL, o deus supremo babilônico, criador do universo. Belus ou Baal em hebraico, do fenício Balac (cf. Jr 55.44).

[7] Houve tarde e manhã: Lit. e anoiteceu e amanheceu; ou seja, completou-se um dia. Ver Sl 55.17; 104.19. Digno de nota é observar-se que o DIA [período de 24hs] se inicia com a Noite e termina com a parte clara, isto é, o dia. Portanto, de pôr do sol a pôr do sol... Ne 13.19.

[8] FIRMAMENTO: a palavra hebraica traduzida por firmamento designa uma coisa expandida ou estendida, como uma lâmina de metal batida a golpes de martelo. Essa idéia estaria relacionada com uma das visões que antigamente se tinha do mundo, segundo a qual o universo era uma estrutura composta de três níveis: o céu, a terra e o mundo subterrâneo (cf. Ex 20.4). A terra era imaginada como uma superfície plana. O céu era concebido como uma expansão, uma abóbada sólida, um firmamento (cf. Jó 37.18) sobre o qual se apoiava um imenso depósito de água ou oceano superior, do qual procediam as chuvas (cf. Gn 7.11; Sl 148.4; Is 40.22). No mundo subterrâneo havia um imenso oceano, sobre o qual se assentavam os pilares que sustentavam a terra (ver Gn 1.2; Sl 24.2; 104.5; 136.6).

[9] Produza a terra: o CRIADOR concedeu aos seres vivos o dom da fecundidade para que continuem e completem a Sua obra. Para os povos antigos a fecundidade era objeto de culto, pois a consideravam um ente divino presente em alguns elementos (p. ex. na terra). No AT, porém, a fecundidade (vida) é uma bênção outorgada pelo CRIADOR. Ver Gn 1.28.

[10] Os astros, que nas religiões do Antigo Oriente eram adorados como deuses, são aqui apresentados como seres criados pelo CRIADOR, não como forças misteriosas que regem o destino das pessoas ou como objetos de culto (cf. Dt 4.19). Cf. também Sl 8.3; Jr 31.35.

[11] Para sinais, para estações: Lit. os tempos determinados, ou seja, as estações do ano e as festas religiosas correspondentes. Cf. Sl 81.3. No entanto, aqui temos algo que vai além do físico; CRIOU-SE com isto, o TEMPO, um fator delimitador do período em que o PECADO estaria agindo na criação... Com a ausência do pecado, o tempo perderá a razão de ser [vem a eternidade] – Ver Gn 3.22.

[12] Os grandes animais marinhos são mencionados para indicar que também eles foram criados pelo CRIADOR e estão sob o Seu domínio. Aqui se estabelece uma das principais diferenças entre este relato [bíblico] e o mais famoso dos mitos babilônicos da criação. Segundo este último, a criação do mundo fora precedida pelo nascimento de várias gerações de deuses e pela vitória do deus Marduque sobre um monstro marinho, que era a personificação do caos original. Gênesis, ao contrário, fala de um único CRIADOR, que existe desde sempre e que, por Si mesmo, cria o universo pelo poder da Sua palavra herdada do Pai [Jo 1.1-3]. Como tudo que existe foi criado pelo CRIADOR, já não há mais lugar para a adoração de fenômenos da natureza ou de qualquer outro ser animado ou inanimado.

[13] ANIMAIS SOBRE A TERRA – Existem achados fósseis que colocam os “dinossauros” como conteporâneos ao homem... No Dilúvio, o CRIADOR, resolveu não preservá-los [a ênfase sempre foi o ser humano] e por isto, foram extintos... Há outro fator biológico que mostra a vontade do CRIADOR em não salvar essas criaturas, pois, estes sobrevivendo seriam um grande concorrente à vida, devido à terra, pós dilúvio, estar extremamente debilitada... Por isto, a Arca foi projetada para não comportar tanto peso como o de um dinossauro (alguns com cerca de 80 toneladas), quanto mais de um casal para reprocriação.

[14] À sua imagem, à imagem do CRIADOR o criou: Os seres humanos não só são uma criação especial do CRIADOR (ver Gn 2.7), como também foram criados à sua imagem, ou seja, estão dotados de características tais que lhes permitem entrar em uma relação pessoal com o CRIADOR e exercer, como seus representantes, o governo no mundo (v. 28). Cf. Gn 5.1; 9.6; 1Co 11.7; Tg 3.9.

[15] homem e mulher - O texto assinala expressamente que faz parte da condição humana, por vontade do CRIADOR, o ser sexuado. Cf. Mt 19.4; Mc 10.6. Qualquer outra “opção” é pura interferência satânica própria dos dias que antecedem à Volta de Yaohushua – Rm 1.25-27; Ap 22.15 [cães, filhos de Can, homossexuais]

[16] Antes do pecado, o ser humano foi preparado para o vegetarianismo (nem dentes específicos para carnes, temos). Com a entrada do pecado o homem, pouco a pouco, tornou-se “carnívoro” [Gn 9.3]. No entanto, como na vida eterna não teremos mais a “morte”, voltaremos à nossa alimentação original...

[17] 1.3-31 O relato da criação em 6 [seis] dias segue um nítido padrão, composto por cinco partes: a) introdução: “Disse o CRIADOR...” (3, 6, 9, [11], 14, 20, 24, [26]); b) palavra criadora: marcada sempre por um verbo de ação (3, 6, 9, [11], 14, 20, 24, [26]); c) realização: “E assim se fez” (3, 7, 9, [11], 15, 24, 30); d) avaliação/aprovação: “E viu o ETERNO que isso era bom” (4, 10, 12, 18, 25, 31); e) sucessão temporal: “Houve tarde e manhã, o... dia” (5, 8, 13, 19, 23, 31). Portanto, o PAI (poder) deseja, o  FILHO (a palavra) realiza e o PAI aprova!

[18] Dia sétimo: Nas Escrituras, o número sete representa o que é completo e perfeito. Ver Gn 4.18. Aqui, o sétimo dia é o sábado da criação [temporal] cf Ex 20.8,11.

[19] SANTO & ABENÇOADO: Separou e Abençoou  - Aqui, através do Seu exemplo [como na Sua imersão], foi nos ensinado a guarda deste dia em que o CRIADOR criou, separou e abençoou o dia 7º especial para o descanso.

[20] Descansou: O verbo hebraico significa, lit. cessar ou terminar. Dele provém o nome shabat [hebraico arcaico: Shabbos], que é traduzido para o português como sábado ou dia de repouso (cf. Ex 20.11; 31.17; cf. Hb 4.4,10). Dizer que o CRIADOR descansou não quer dizer que ele deixou de agir e, sim, que considerou bem-sucedida a sua obra. Ver Jo 5.17-18,

[21] Diferentemente de Gn 1.1-2.4, Gn 2 se refere de modo especial à criação do homem e da mulher. Tanto um como outro são criados pelo CRIADOR em momentos distintos, mas essa diferença faz ressaltar ainda mais a igualdade e complementaridade de ambos os sexos. Inclusive, segundo o relato, o CRIADOR primeiro concedeu ao homem a companhia dos animais (v. 19). Esta companhia, contudo, não conseguiu tirá-lo de sua solidão (v. 20). Só a presença da mulher, ou seja, de um ser igual a ele, trouxe-lhe a possibilidade do diálogo e do encontro pessoal (v. 23).

[22] YAOHUH [hwhy]: Aqui temos a primeira citação do Nome do ETERNO! Muita controvérsia sobre como se deve ler o TETRAGRAMA surgiram; no entanto, a forma arcaica [YAOHUH] é a mais correta – Ver estudo específico no fim deste volume...

[23] Formou... vida: a menção desses atos especiais do CRIADOR chama a atenção para o que distingue o ser humano dos demais seres criados (ver Gn 1.27). Cf. Is 45.9-11; Jr 18.1-6; Rm 9.21, onde a soberania do CRIADOR se expressa igualmente na imagem do oleiro a modelar os seus vasos. Na realidade, o ser humano é formado dos elementos químicos dos quais o Universo é formado... Porém,num  ato especial, algo mais foi lhe dado: o fôlego de Vida, uma porção da própria vida presente no CRIADOR.

[24] Passou a ser alma vivente: Citado em 1Co 15.45. O conceito pagão de uma parte separada do corpo [corpo + alma] é derrubado desde a criação onde fica evidente que a “alma” só é consistente após a união de uma parte inerte (corpo) mais a força vivificante (fôlego de vida soprado) proveniente do CRIADOR. E, nesta linha de pensamento, TODA vida [humana ou animal] possuem tal fôlego – Ec 3.18-21. Além disto, um conceito de imortalidade – se bem que o único que é ETERNO desde o princípio, é o PAI; I Tm 6.16 – é derrubado, peremptoriamente nas Escrituras: Ez 18.4, 20.

[25] árvore da vida: Ou seja, cujos frutos dão vida [imortalidade condicional]. Cf. Gn 3.22; Ap 2.7; 22.2,14.

[26] árvore do conhecimento do bem e do mal: Para se compreender esta expressão, convém levar em conta, em primeiro lugar, o costume hebraico de abarcar uma totalidade mencionando unicamente dois termos extremos e opostos entre si (ver Gn 1.1 – o firmamento e a terra). Esta frase não se refere ao conhecimento intelectual somente, mas pode também incluir conceitos de escolha, discernimento e, até mesmo, domínio. Portanto, conhecer o bem e o mal equivale a decidir por conta própria e com absoluta independência o que é bom e o que é mau, ou seja, possuir plena autonomia no âmbito moral. Cf. Gn 3.22. daí, a “arvore” simbolizar a Lei Moral cf. Ex 20.1-17.

[27] não comerás: Ao impor-lhe este preceito, o CRIADOR coloca o ser humano como responsável pelos seus atos [Livre Arbítrio]. Ao mesmo tempo, porém, afirma a sua soberania sobre ele e o obriga a observar os seus próprios limites, reconhecendo a sua condição humana (Ez 28.2; cf. Is 14.13-14). Cf. Dt 30.19.

[28] MORRER: A morte física [1ª morte] entraria a partir da desobediência do ser humano (Rm 5.12; I Co 15.21). Desde então, o homem teria que cuidar para não passar pela segunda – e derradeira – morte, a espiritual; perdendo assim, definitivamente o prazer da companhia do seu Criador, na vida eterna – Ap. 20, 21.1-3.

[29] TAMBÉM DO PÓ DA TERRA: Esta passagem passa desapercebida daqueles que insistem em uma criação especial do homem – defensores da imortalidade da alma – onde vemos que TODA vida, além de possuir o fôlego de vida [dado pelo CRIADOR], possui um corpo formado da mesma forma: do pó da Terra. Daí, diferimos deles, os animais, apenas na racionalidade e por sermos objeto especial da Salvação – Jo 3.16-18.

[30] NOME: Para os antigos semitas, o nome não era algo meramente exterior e, sim, uma parte constitutiva da pessoa ou coisa nomeada. Dar ou mudar um nome era uma forma de afirmar sua autoridade ou domínio (ver Ex 3.13; 2Rs 23.34; Dn 1.7). Cf. Gn 17.5; 35.10; Ap 2.17.

[31] MULHER: Em hebraico, as palavras traduzidas por varão e varoa têm pronúncias muito parecidas, pois provêm da mesma raiz. Essa semelhança, a exemplo do relato da formação da mulher a partir de uma costela retirada do homem, quer destacar a unidade de natureza, a íntima afinidade entre ambos os sexos e, portanto, a igualdade essencial de direitos.

[32] Nus: a nudez é aqui expressão de uma vida singela, sem sentimento de culpa e em perfeita harmonia consigo e com o próximo. Depois, como consequência do pecado, veio a ser motivo de vergonha (malícia). Cf. Ez 16.37; Os 2.3.

[33] Saraph:  Serpente Afogueada, uma alegoria para Lúcifer (Ez. 28:14 cf Ap 12:9).

[34] ARDILOSA: Sagaz: O termo tem aqui um sentido negativo. Trata-se de uma astúcia que não exclui o engano e a fraude, própria de satanás. No Éden, ele – um serafim - era o guardião, mas o orgulho e o ciúmes fez dele diabo. Com sua persuasão lançou as bases da falsa religião; com todas as suas falsas doutrinas, sendo a imortalidade da alma (...não morrerás), a sua principal. II Co 11.3.

[35] SE COBRIREM – Justiça própria... Naquele momento perceberam a entrada da morte no mundo, ou melhor, entenderam o que é a morte ao verem que aquelas folhas murchavam [morriam] quando tiradas da árvore que as alimentava!

[36] Onde estás?: Ver Gn 4.9

[37] ME DESTES: Aflorava o comportamento pecaminoso onde o ser humano evita, a todo custo, assumir suas responsabilidades [Livre Arbítrio] pelos seus atos... Primeiro ele culpa a MULHER e na sequencia, o próprio CRIADOR por tê-la dado à ele.

[38] CASTIGO: Cf. Rm 16.20; Ap 12.17. Os cristãos vêem nesta menção à descendência da mulher uma velada referência ao Messias na sua luta contra satanás e na sua vitória final sobre as forças do mal.

[39] VESTIU: Justiça provisória [compaixão] apontando para a cruz... Com a morte de um animal [ovelha] tirou-se a primeira vida. Apesar do pecado, o modo de agir do CRIADOR inclui também o perdão e a promessa de salvação.

[40] VIVA... Eternidade significa ausência de tempo.

[41] querubins: Estes eram considerados, no Antigo Oriente, como guardiões dos templos e dos lugares sagrados. Ver Ex 25.18.

[42] Árvore... a impossibilidade de ter acesso à árvore da vida torna efetivo o castigo anunciado em Gn 2.17. O destino original da humanidade era a vida eterna, mas, ao desobedecer ao mandamento divino, a humanidade se separou do CRIADOR, fonte de toda a vida, e, com o pecado, entrou no mundo também a morte (Rm 5.12).

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